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A mostrar mensagens de Dezembro, 2010
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Desejo um 2011 repleto de literatura e filosofia para os leitores do blog.

Um pequeno balanço do ano

Bolaño e Kafka

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A luta e a vida

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Justificando a loucura

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Salvador Dali

Meu texto no especial de Natal da Gazeta do Sul de hoje

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Capas que merecem prêmios

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Gosto muito de capas de disco, principalmente da época do LP. Vou postar algumas das minhas preferidas nessa nova série. Para começar, uma clássica do AC/DC:



Mais sincronicidades

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Escutei em um programa de rádio a seguinte notícia (aqui publicada num site de um jornal português):
Fumar na janela termina em hospícioO advogado Mark Moody nunca imaginou que ao sentar-se no parapeito da janela do seu apartamento, num bairro nova-iorquino, para fumar um cigarro e falar ao telemóvel pudesse dar tanta confusão.
De repente, a rua encheu-se de polícias e dois deles tentaram demovê-lo de ‘tentativa de suicídio’. De nada adiantou Moody negar: agentes invadiram o apartamento, algemaram-no e levaram--no para um hospital psiquiátrico, onde o erro foi descoberto...


Logo me lembrei do conto "Um discurso sobre o método", do livro A senhorita Simpson (Cia. das Letras), de Sérgio Sant'Anna. O enredo do conto é parecedíssimo: um limpador de vidraças resolve dar uma paradinha para fumar um cigarro e senta numa marquise do 18º andar. Logo depois, pessoas passam a observá-lo, pensando que ele quer se matar. O conto pouco tem de ação, mas a circunstância faz o trabalh…

O infame Cristo no Traçando Letras de hoje

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Um evangelho diferente

“Então é Natal, a festa cristã”, canta Simone em uma das músicas mais executadas dessa época, versão de uma canção dos anos 80 de John Lennon. Referências pops são necessárias aqui na medida em que Jesus também é pop, basta ver, por exemplo, os jogadores de futebol mostrando por baixo da camiseta frases agradecendo a ele por fazer um gol ou o êxito que cantores evangélicos ou padres estão tendo ao louvá-lo. Falar sobre o Filho de Deus é garantia de sucesso. Philip Pullman fala bem e mal ao mesmo tempo, como se pode perceber já no título do romance O bom Jesus e o infame Cristo (Cia. das Letras, 184 páginas, tradução de Christian Schwartz). Pullman, ateu militante, é autor da trilogia infantojuvenil Fronteiras do Universo, cujo primeiro volume, A bússola de ouro, foi adaptado para o cinema e causou polêmica até no Vaticano por retratar de forma crítica a Igreja Católica, representada na história por uma instituição chamada Magisterium. O bom Jesus e o infam…