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Mensagens

A mostrar mensagens de Março, 2011

O voo, o véu e a verdade

Um ano traçando livros!

Anotações no meu Moleskine (I)

06/01/2010
A Última Noite de Boris Grushenko, do Woody Allen, é um filme bem curioso, em que ele parodia romances russos, como "Guerra e Paz", "Os irmãos Karamazov," etc. Há um diálogo entre o Bóris e a Sônia em que são citados títulos de romances do Dostoiévski.

14/01/2010
Há uma música do LP “O papa é pop”, dos Engenheiros do Hawaii chamada “Perfeita simetria”. Aparentemente, parece uma redundância, reforçada ainda pelo refrão: “Ao tempo em que nada/ Nos dividia/ Havia motivo pra tudo/ E tudo era motivo pra mais/ Era perfeita simetria/ Éramos duas metades iguais”. Ora, se há uma simetria, ela já é perfeita; se há duas metades, elas são invariavelmente iguais. Mas não é bem assim.
Quando trato desse assunto com meus alunos, lembro sempre de uma das alegorias do filósofo Platão, na obra “O banquete”, em que aborda o amor. Em um dos diálogos, diz Aristófones, comediógrafo do teatro grego, que em tempos passados, antes do masculino e do feminino, haviam os andróginos, se…

Meu texto sobre o Japão na Gazeta do Sul de hoje

Japão, onde nasce o Sol

Lúcio Cardoso

"Escrever é um modo de agonizar de olhos abertos." Lúcio Cardoso, autor de Crônica da casa assassinada.

Andrés Neuman

"Sempre me agradou a ideia de não se saber como se escreve um livro. De aprender a escrever com cada um e, ao terminá-lo, ser tomado novamente pela dúvida. Um escritor é diferente de um escrivão. Se sabe perfeitamente como executar seu trabalho, então é um impostor. Leitores não merecem fórmulas, mas assombros. E um autor não pode espantar ninguém se não é primeiro assombrado pela linguagem."

Andrés Neuman, escritor argentino, em entrevista publicada hoje no Sabático, suplemento do Estadão.

Kiefer no Traçando Livros de hoje