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Mensagens

A mostrar mensagens de Junho, 2012

Bergman, sobre o suicídio

Rayuel-o-Matic

Depois da troca de ideias sempre enriquecedoras com o Charlles Campos no post abaixo (confiram a conversa na caixa de comentários), digitalizei algumas páginas do livro "La vuelta al dia en 80 mundos", do Cortázar, para mostrar o que é a "Rayuel-o-Matic", uma máquina para ler o romance Rayuela. Uma brincadeira bem ao gosto do autor de Final de juego, Os premios e de outras tantas obras que tem o lúdico como tema. Cliquem nas imagens para ampliá-las.





Minha edição preferida de Rayuela

Um novo membro da minha biblioteca: a edição que, para mim, é a melhor já feita de Rayuela, do Cortázar. Antes eu tinha apenas uma versão em e-book de um dos meus livros prediletos. Faltava tê-lo impresso.

Vida de escritor casado

No Traçando Livros de hoje, Firmin, de Sam Savage

No Traçando Livros de hoje, no jornal Gazeta do Sul, escrevo sobre o romance Firmin, de Sam Savage: http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/352777-descobertas_de_um_rato_de_livraria/edicao:2012-06-20.html
Descobertas de um rato de livraria
Quando estudava no Curso de Letras, a pasta que eu utilizava para carregar meu material tinha estampado um desenho de um rato. Certa vez, sonhei que esse roedor ganhara vida e saíra percorrendo as prateleiras da Biblioteca da Unisc devorando todos os volumes. A clássica expressão rato de biblioteca ou de livraria só rivaliza com a da traça, igualmente apreciadora de livros, e que motiva o título desta página quinzenal. Inspirado nesse animal odiado por muitos, o escritor americano Sam Savage escreveu uma pequena obra-prima sobre a paixão pela literatura e pelo conhecimento.
Firmin, romance publicado no Brasil pela editora Planeta, é o nome do rato que, de tanto roer as páginas dos livros de uma velha livraria, acaba incrivelmente aprendendo a ler e…

Firmin (III)

Ilustração de  Fernando Krahn



Mais um trecho de Firmin, de Sam Savage (aqui, na edição da Seix Barral), que será tema do Traçando Livros de amanhã:

"Yo siem­pre había imaginado que un verdadero escritor —como yo, en mis sueños— dedicaría gran parte de su tiempo a estar instalado en los cafés, sosteniendo ingeniosas char­las con gente chispeante y que de vez en cuando regresa­ría a casa con una chica de larga cabellera negra, a quien pondría en la puerta a la mañana siguiente, para reanu­dar su trabajo: «Lo siento, muñeca, tengo un libro que escribir.» Lo imaginaba encerrado en su cuarto durante días, bebiendo litros de whisky en un vaso de Woolworth y tecleando en su Underwood hasta altas horas de la madrugada."

O canibal Vila-Matas

“Vila-Matas pertence a uma raça de canibais literários, ou seja, de escritores que se nutrem da própria literatura”. Justificativa do júri italiano do Prêmio Gregor von Rezzori ao premiar o escritor pelas narrativas de Exploradores del abismo, ainda inédito por aqui.