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A mostrar mensagens de Dezembro, 2013

Feliz ano novo, mas não esqueça o velho

O que escrever sobre este ano que termina?

O que comemora o ateu no Natal?

Retrospectiva - O disco do ano

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Plágios do meu discurso de formatura

Escrevi no ano passado e publiquei aqui no blog um discurso de formatura do ensino médio representando os professores dos terceiros anos do Colégio Luiz Dourado (http://cassionei.blogspot.com.br/2012/12/discurso-de-formatura-do-ensino-medio.html). Nos últimos meses essa postagem passou a receber milhares de acessos o que me fez ter a certeza de que o texto seria lido em muitas escolas. Como sempre acontece, os verdadeiros autores são ignorados (afinal, quem é o tal professor Cassionei, ninguém conhece). Achei partes do meu texto publicado em um blog e em um site de duas escolas, religiosas ainda por cima. Se encontrar outros, vou atualizando a postagem:
Colégio Dom Bosco, de Petrolina, Pernambuco: http://domboscopetrolina.blogspot.com.br/2013/10/minha-trajetoria-no-cdb-alan-patrick-3b.html Colégio N. S. de Belém, de Guarapuava, Paraná, aqui copiado por um professor: http://www.esicolegiobelem.com.br/Noticia.aspx?n=224

Atualização do dia 22 de fevereiro de 2014: Mais um plágio realiza…

150 mil visualizações

O blog atingiu hoje a marca de 150 mil visitas, sendo que nos últimos tempos teve uma média de 6000 visitas mensais. Mesmo sabendo que boa parte é de gente que só entra mas não lê e de gente que pesquisa e cai de para quedas, acho que é um bom número. Obrigado, gente.

"O Amante Alemão" da Lélia Almeida no Traçando Livros de hoje

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A escritora recebeu o Prêmio Açorianos de Literatura na categoria Narrativa Longa. http://www.grupogaz.com.br/gazetadosul/noticia/431585-carta_aberta/edicao:2013-12-11.html

Ano Cortázar (V)

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Texto meu na Zero Hora de hoje

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Minha resenha sobre o romance "A cidade, o inquisidor e os ordinários", de Carlos de Britto e Mello saiu hoje no caderno Cultura do jornal Zero Hora de Porto Alegre. Fiz uma versão estendida daquela que já havia sido publicada aqui e o título foi dado pelo editor. É o terceiro texto meu que sai na ZH e o segundo no Cultura.

O silêncio

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Já fui um indivíduo que fazia muito barulho. Para mim, música deveria ser sempre ouvida no volume máximo, por exemplo. Andava às vezes com meu “boombox” de pobre (leia-se “microsystem” do Paraguai) pelas ruas da cidade ouvindo rap daqueles com o bumbo bem pesado, como os do Run DMC ou LL Cool J. Também gostava de lugares barulhentos, como boates ou ensaios de escolas de samba. O tempo foi passando, fui amadurecendo e comecei a prezar o silêncio. Silêncio para criar (escrever, compor), silêncio para ler, silêncio para ouvir música (em volume baixo), silêncio para ouvir meus próprios pensamentos. Em contrapartida, o mundo começou a ficar mais barulhento: carros, máquinas, música, risadas, TV ligada, fogos de artifício, cachorros, crentes em suas igrejas, escolas de samba, bailes e humanos em geral fazem questão de mostrar para todo mundo até aonde vai sua capacidade de fazer barulho. O mundo ficou mais barulhento ou eu fiquei mais intolerante? Contraditório que sou desde o nascimento, fui…