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A mostrar mensagens de Julho, 2014

“O terceiro homem”, obra-prima do cinema noir

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No Traçando Livros de hoje, "O caminho de Ida", de Ricardo Piglia

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Coincidências tchecas

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Trecho "Also sprach el señor Núñez", de Abelardo Castillo

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"Por otra parte, amigos, el suicidio es la muerte perfecta. Morimos porque se nos antoja. Nadie, ninguna fuerza inhumana nos arrastra. No hay intervención del absurdo. Queda eliminada la contingencia. Se hace de la muerte un acto razonable; quien se mata ha comprendido, al menos, por qué se mata."

Meu texto no blog do Instituto Estadual do Livro sobre romance da Lélia Almeida

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Texto que escrevi sobre Rubem Alves na Gazeta do Sul de hoje

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Rubem, “o velho que acordou menino”, morreu menino

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Foto da minha biblioteca no twitter da Alfaguara espanhola

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Minha "shelfie" circulando no mundo todo pelo twitter da editora Alfaguara da Espanha.

A morte do leitor

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Esses dias o escritor Gustavo Melo Czekster andou escrevendo um texto sobre o livro do Daniel Pennac que eu ia comentar e acabei esquecendo. Há pouco, uma postagem no Facebook me reavivou a memória. Sou dos poucos, e o Gustavo é um deles, que não veem com bons olhos os direitos do leitor escritos pelo Daniel Pennac. É um desserviço (não gosto muito dessa expressão, mas é a que me vem à mente no momento) à literatura.
Devido a uma preguiça macunaímica, me apoio em Pedro Eiras, no seu “Substâncias perigosas”, que já comentei por aqui. Ele escreve, assim como o Gustavo, que “o leitor não tem direitos nenhuns. A sua única soberania consiste em obedecer. E não é pouco. Não pode abandonar o livro, nem saltar páginas. A leitura é monacal: inventa um claustro, regras, votos. Exige ao leitor que morra para o mundo, que se emparede entre as páginas.”
E continua: “Se fizer com o texto o que me apetecer, limito-me a cumprir o meu desejo. Não leio, só existo tal como eu sou. Mas ler deixar de exist…