Avançar para o conteúdo principal

Mestre é mestre

Comentários

Grazi disse…
Adoro esse vídeo!

Acho que a gente foi criada de forma errada, criados para crer em Deus... Estariamos tão mais evoluídos se a figura de Deus fosse extinta.

Ontem mesmo estava pensando sobre essas coisas de pecados... A igreja diz que o pecado são, na maior parte, coisas que nos dão prazer, mas deveriam ser matar, brigar, roubar... Coisas do tipo... Está na hora dela se atualizar. :P

***
Num post de baixo fala sobre tua imagem de exibição, acho ela muito boa, mas a cerveja estraga. ;P
E nem consegui pensar em qual das ceias escolheria, não achei que era esse o propósito. ;D

*Tirando um pouco do atraso*
Beijo!
È sempre bom ouvir o velho Saramago a falar... Sou da seguinte máxima: fomos nós que criamos Deus a nossa imagem e semelhança e não o contrário. Ele está, como diz o escritor, na cabeça de cada um.

Abraços

(Dei uma sumida, mas estou de volta)
Cassionei Petry disse…
Valeu, também estou aparecendo pouco no blog. O teu leio sempre, só não comento lá por preguiça.

Mensagens populares deste blogue

No Traçando Livros de hoje, Milan Kundera e A arte do romance

Notas sobre os ensaios de Milan Kundera
1 Se alguns veem o romance como mero entretenimento, apenas mais uma forma de contar uma história, quando penso em literatura, penso no romance como forma de arte em primeiro lugar. O escritor, nesse caso, elabora as palavras em busca do efeito estético. Além disso, o autor também pode refletir sobre sua criação e a dos outros, formando assim, sua poética. É o que faz Milan Kundera em seu A arte do romance, de 1986, livro de ensaios relançado este ano pela Companhia das Letras numa bela edição de capa dura, seguindo a linha de outros relançamentos do autor de A insustentável leveza do ser. 2 Como a maioria das outras obras do escritor checo, esta também é dividida em sete partes, contendo um ensaio cada. Kundera fala sobre este número em entrevista para a Paris Review, dividida no livro em dois ensaios: “não é de minha parte nem coquetismo supersticioso com um número mágico, nem cálculo racional, mas imperativo profundo, inconsciente, incompreensíve…

Uma resenha que não aconteceu

Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
Ora, a “crítica” (coloco entre …