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A mostrar mensagens de Maio, 2012

Mais um aforismo de Cioran

"Na arte, como em tudo, o crítico está geralmente mais prevenido e é mais lúcido do que o criticado. É a vantagem do assassino sobre a vítima."

Livros livres

Más companhias

Bonsai, de Alejandro Zambra, no Traçando Livros de hoje

Meu texto sobre Bonsai, do escritor chileno Alejandro Zambra, na minha coluna Traçando Livros, do jornal Gazeta do Sul: http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/347566-a_arte_minimalista_de_zambra/edicao:2012-05-23.html.
A arte minimalista de Zambra Cassionei Niches Petry
Literatura é uma forma de arte. A matéria-prima são as palavras. Através delas, o artista constrói mundos, sugere imagens e sons, provoca a reflexão. Os instrumentos variam, de acordo com as idiossincrasias do escritor. Alguns são adeptos dos recursos avançados do computador; outros imaginam como música o bater das teclas da máquina de escrever; mas ainda há aqueles que querem sentir na mão o nascimento de sua obra, usando canetas ou lápis para riscar a folha em branco. Para estes, a ponta dos dedos e a frieza dos teclados distanciam o criador da sua criação.
Escrever a lápis denota delicadeza e precisão. Também significa escrever com o mínimo de recursos. “Menos é mais”, disse o arquiteto alemão Ludwig Mies van der…

Da difícil arte de arrumar livros

Preciso de outra estante.

Depois de ler Bonsai, de Alejandro Zambra

Depois de ler Bonsai, de Alejandro Zambra, saborear o livro, respirar o cheiro de suas páginas e escrever sobre ele (o texto será publicado na quarta, no Traçando Livros), gostaria imensamente de poder assistir ao filme baseado na obra. Acima, imagem do filme, divulgado no trailler oficial.

Mais um suicídio

"Ahora queda Emilia, sola, interrumpiendo el funcionamiento del metro." Em Bonsai, romance de Alejandro Zambra, fazendo referência aos versos de Construção, do Chico Buarque. O Traçando Livros da próxima quarta-feira será sobre essa obra.

Carta aberta

Carta aberta publicada no jornal Gazeta do Sul de hoje.

Cioran

"Só uma coisa importa: aprender a ser o perdedor." E. M. Cioran.

Leituras do Traça

http://www.youtube.com/watch?v=NXYvokj_WNE

Leitura de um exercício poético (ainda não tenho a cara de pau de chamar de poema) que escrevi em setembro do ano passado, reinagurando o "Leituras do Traça".

 “ora”, direis, “escrever poemas”
certo, perdi o senso
viver escrevendo é perdê-lo

não, não escrevo poemas,
apenas os assassino.
sina, destino

narrar é o que faço
passo noites morrendo
escrevendo, bebendo

inseparável café
aroma, sabor, dor,
palavras, amargor

Sobre aforismos

El Babelia, suplemento cultural do jornal espanhol El País, traz excelentes textos sobre o aforismo na sua edição de hoje. Destaco uma citação do poeta Carlos Edmundo de Ory, falecido em 2010, sobre seu livro Los aerolitos: 

“Nietzsche los llama: sentencias y dardos / Novalis los llama: polen / Baudelaire los llama: cohetes / Joubert: pensamientos, Cioran: pensamientos estrangulados, y Andréi Siniaski: pensamientos repentinos / Rozanov: hojas caídas y René Char: hojas de Hypnos / Malcolm de Chazal: sentido-plástico, y Louis Scutenaire: inscripciones / Antonio Porchia los llama: voces, y yo aerolitos”.

Bolaño no Traçando livros de hoje

Minha colaboração no jornal Gazeta do Sul de hoje, no caderno Mix:  http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/344910-uma_literatura_do_desconforto/edicao:2012-05-09.html Uma literatura do desconforto
Roberto Bolaño, o nome literário do momento no cenário mundial, já apareceu no “Traçando Livros” quando do lançamento, no Brasil, do romanção póstumo 2666. A obra, no entanto, pode não atrair o leitor iniciante devido a sua extensão e complexidade. Pois a editora Companhia das Letras lança agora um volume de contos do escritor chileno, morto em 2003, que podemos classificar como mais acessível. Chamadas telefônicas (traduzido por Eduardo Brandão), originalmente publicado em 1997, abrange, de certa forma, boa parte do universo temático bolañiano em narrativas curtas, mas com o mesmo desconforto causado pelas narrativas mais extensas do autor.
O livro é dividido em três partes. A primeira, nomeada com o mesmo título do volume, traz contos metaliterários, ou seja, cujos temas giram em torno de …

O caos

Estou ainda organizando este caos aí, mas já está próximo do meu cosmo pessoal. E aguardo sugestões para o novo nome do blog.