"As personagens são como vampiros, cravam os caninos na nossa jugular e quando amanhece, voltam aos seus sepulcros até que anoiteça de novo. O fim do livro seria a pedra que ponho sobre esses visitantes. Definitivamente? Não. Um dia, de repente, com outro nome e outras feições e em outro tempo volta mascarada a mesma personagem, elas gostam da vida. Como nós".

Lygia Fagundes Telles, no caderno Ideias & Livros do Jornal do Brasil de hoje. A autora está relançando sua obra completa pela Companhia das Letras. Para mim, ela é a rainha da literatura no Brasil, supera até Clarice Lispector.

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