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Lendo gibis

Fui certa vez, bem antes da pandemia, com a família ao centro da cidade, mais precisamente à praça do chafariz, com vista para nossa linda catedral (que encanta até este ateu que vos escreve) para tomar chimarrão. Um costume comum para as famílias de Santa Cruz do Sul, mas que para nós é algo raro, em parte porque a minha esposa trabalha aos domingos, mas também porque não gosto de sair da minha toca, ficar longe dos meus livros, meus discos e o computador onde escrevo estas linhas e também é fonte de outras tantas leituras.O motivo desta crônica, no entanto, não foi nossa saída de casa, mas sim a reação de um menino que me viu lendo um gibi que eu aproveitei para comprar na banca de revistas. “O Tio Patinhas!”, ele disse, admirado, talvez porque um marmanjo estava lendo esse tipo de publicação (minha filha já havia feito uma brincadeira comigo quando me viu voltando da banca com o exemplar na mão).Quem ficou mais admirado, na verdade, fui eu. O guri deveria ter uns 8 ou 9 anos e brin…

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