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Ode ao indivíduo, ódio ao coletivo

Ayn Rand (1905-1982), filósofa norte-americana de origem russa, escreveu toda obra sua literária — que inclui A nascente e A revolta de Atlas — para propagar uma filosofia, que se destaca, entre outros temas, pela crítica ao comunismo. Talvez por isso ela tenha se tornado mentora do pessoal da direita e sua obra é desprezada pela intelectualidade, cuja maioria é de esquerda.
O romance Cântico, publicado em 1938, cuja 2ª edição brasileira a Vide Editorial lançou neste mês, com tradução de André Assi Barreto, é ambientado numa sociedade no futuro em que foram abolidas as palavras "eu" e "tu", bem como tudo que se refere à primeira e à segunda pessoa do singular. Em quase todo o romance, menos nos capítulos finais, os personagens falam no plural. Diz o protagonista no seu diário: "Nosso nome é Igualdade 7-2521, como está escrito no bracelete de ferro que todos os homens usam em seus pulsos esquerdos. Temos vinte e um anos." Tudo é decidido pelos conselhos e …

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