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ERA UMA CASA NADA ENGRAÇADA

  Crônica da casa assassinada (Companhia das Letras, 739 páginas), de 1959, foi o derradeiro romance de Lúcio Cardoso, se não contarmos o inacabado e póstumo  O viajante . Alguns anos depois de publicar o que seria sua obra-prima, teve um derrame cerebral. Com metade do corpo paralisado, passou apenas a pintar quadros, com a mesma atmosfera sombria de seus escritos. Crônica  é complexa, dolorosa, perturbadora, e talvez por isso não seja tão lida. Temas como o incesto e a homossexualidade perpassam o romance que traz a história de uma família decadente do interior de Minas Gerais, os Meneses, contada por diferentes pontos de vista, através de diários, cartas, depoimentos, em um vai e vem temporal que precisa de muita atenção do leitor para acompanhar. Não há propriamente um protagonista, em que pese Nina, a esposa de um dos donos da casa, ser a provocadora de todos os conflitos e objeto de desejo ou de repulsa por parte dos demais personagens. A casa, pode-se dizer, é a protagonista (as

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