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Mensagens

A mostrar mensagens de Novembro, 2013

Comentário de um leitor sobre meu livro

O meu primeiro livro "Arranhões e outras feridas" está tendo a sorte de encontrar poucos mas ótimos leitores. Seguem as impressões de leitura de Felipe Augusto Kopp:

"Olá, Cassionei. Comprei seu livro "Arranhões e outras feridas" na época do lançamento e nunca dei um retorno. Eu li ele logo na primeira semana, mas queria reler antes de comentar alguma coisa. Fui deixando, outros livros furaram a fila de leituras (tu, como leitor, sabe bem como é isso) e acabei não falando nada. Mas esta semana voltei a ele e achei que poderia dar um feedback. O que eu vou falar é só uma percepção pessoal, de leitor e não de crítico, e não tem muito valor. Vamos lá então.

No geral, achei o livro muito interessante. Alguns contos são ótimos, ótimos mesmos, como o "Vozes" (que eu mais gostei), "Feliz aniversário", "Lá em cima" e "Ônibus". Este último, como já vi outros comentarem, se destaca dos demais, é digno de uma coletânea. …

No Traçando Livros de hoje

Minha coluna na Gazeta do Sul traz hoje um texto reescrito, já conhecido por alguns leitores do blog. Como muitos aqui não o leram e muitos leitores meus no jornal não o são no blog, vale a pena recuperar algumas crônicas como essa: http://www.grupogaz.com.br/gazetadosul/noticia/430614-um_pedaco_de_mim/edicao:2013-11-20.html

Lançamento da antologia "Nem te conto 2", com Antonio Skármeta

Matéria no Riovale Jornal, de Santa Cruz do Sul, sobre o lançamento da antologia "Nem te conto 2". Participo com o conto "Eles querem te levar", que os leitores do blog já conhecem. Destaque é a presença do escritor chileno Antonio Skármeta, autor de "O carteiro e poeta", que escreveu um conto especialmente para o livro.
 http://www.riovalejornal.com.br/materias/8887-nem_te_conto_mais_uma_vez

Nem te conto 2 no Correio do Povo

Matéria do jornal Correio do Povo sobre a antologia em que estou participando com um conto.

Carta para a escritora e professora Lélia Almeida

Querida Lélia, há alguns dias pensei em te escrever em forma de carta, mas sabes como a vida de professor não nos permite o tempo necessário para a reflexão. No máximo arrumamos um espaço para postar bobagens na internet, mas para isso não é preciso pensar muito. Não significa que essa carta vá estabelecer uma análise freudiana sobre a leitura que me arrebatou nesses últimos dias, muito menos uma abordagem a partir da ideia de amor líquido baumaniana, enfim. Acredito, no entanto que essa missiva (coisa antiga, hein?) também não deva ser um simples bilhete ou recado. Poderia simplesmente dizer “ó, li teu O amante alemão, professora”. Aliás, já disse, como bem sabes. Preciso, porém, relatar algo mais do que isso, e tem a ver com uma coisa sentimental, mais do que racional, pois tenho por ti um carinho muito grande e uma gratidão maior ainda. Por isso não escrevi, nem vou escrever, nenhuma resenha sobre o livro. Foste minha professora e me ensinaste muita coisa. Até aí, cumpriste com tuas o…

Coletânea da qual estou participando

Lançamento em Porto Alegre no dia 12 e em Santa Cruz do Sul no dia 13.