Avançar para o conteúdo principal

Anthem - Rush

Hino

(Anthem)

Música e Letra por Alex Lifeson, Geddy Lee e Neil Peart

Saiba que seu lugar na vida

É onde você quer estar

Não deixe que eles te digam que

"Você deve tudo isso a mim"

Continue olhando pra frente

Não há motivo para olhar para o lado

Mantenha sua cabeça acima das massas

E eles não irão te derrotar


Hino do coração e hino da mente

Uma música fúnebre para aqueles que ficaram cegos

Admiramos os que buscaram por

Novas maravilhas no mundo, maravilhas no mundo,

Maravilhas no mundo que eles construíram.


Viva por você mesmo, não há mais ninguém

por quem se valha à pena viver

Mãos que pedem e corações que sangram

Só irão clamar por mais


Bem, eu sei que eles sempre te disseram

Que o egoísmo é errado

Até porque foi pra mim e não pra você

Que acabei escrevendo esta canção.


Comentários

Mensagens populares deste blogue

No Traçando Livros de hoje, Milan Kundera e A arte do romance

Notas sobre os ensaios de Milan Kundera
1 Se alguns veem o romance como mero entretenimento, apenas mais uma forma de contar uma história, quando penso em literatura, penso no romance como forma de arte em primeiro lugar. O escritor, nesse caso, elabora as palavras em busca do efeito estético. Além disso, o autor também pode refletir sobre sua criação e a dos outros, formando assim, sua poética. É o que faz Milan Kundera em seu A arte do romance, de 1986, livro de ensaios relançado este ano pela Companhia das Letras numa bela edição de capa dura, seguindo a linha de outros relançamentos do autor de A insustentável leveza do ser. 2 Como a maioria das outras obras do escritor checo, esta também é dividida em sete partes, contendo um ensaio cada. Kundera fala sobre este número em entrevista para a Paris Review, dividida no livro em dois ensaios: “não é de minha parte nem coquetismo supersticioso com um número mágico, nem cálculo racional, mas imperativo profundo, inconsciente, incompreensíve…

Uma resenha que não aconteceu

Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
Ora, a “crítica” (coloco entre …