Feira

Começou hoje mais uma Feira do Livro em Santa Cruz do Sul. Percorrer os balaios foi minha primeira providência. Saí com três exemplares por dois reais cada: Cela, Chesterton e Chamisso (curiosamente, todos começando com a letra C). Infelizmente, ainda são poucos os balaios, e predominam, como em todos os anos, os livros religiosos e os infantis em edições duvidosas (não faltam as famosas maletas).
No mais, só pelo fato de caminhar por um ambiente em que o livro é o astro principal (ou quem os escreve) é um prazer e me faz “perder” boa parte de um sábado já comprometido por outras atividades.
Melhor ainda foi poder tomar um chope (bem, não foi só um) com o Mauro e o Romar. Os dois finalmente tiraram os originais da gaveta e nos brindam com seus poemas. Cellophane Flowers, do Mauro Ulrich, e Noite em chamas, do Romar Beling, foram lançados pela editora da Gazeta Grupo de Comunicações. Não os comprei ainda, porque espero a tarde de autógrafos, que será no último domingo da feira, mas deu para perceber que a carne é de primeira. Ambos, aliás, foram intimados a pensar numa boa dedicatória para meus exemplares.
Quanto aos textos do blog, a regularidade com que vinha escrevendo foi prejudicada devido às leituras do mestrado, assim como a elaboração de ensaios e artigos acadêmicos, sem contar todas as atividades de um professor de ensino médio. Vou tentando, porém, aparecer mais vezes por aqui.

Comentários

Salve, Cassionei.

Por aqui pelo Rio de Janeiro, teremos a Bienal, a partir do dia 1o de setembro. E apesar de trabalhar nela pela primeira vez, vou tirar um tempo pra me perder nos livros também, porque é como dizes: um lugar em que o livro é o protagonista, certamente acaba se tornando especial, de uma forma ou de outra. E como não lembrar de Borges e sua biblioteca de Babel?.. Enfim, é por aí.

Um abraço

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