Avançar para o conteúdo principal

O caos

Estou ainda organizando este caos aí, mas já está próximo do meu cosmo pessoal. E aguardo sugestões para o novo nome do blog.

Comentários

Tom disse…
BAAAAAAAAAAAAAH! Tudo livro?
Cassionei Petry disse…
Livros, revistas, papelada.
Fabiano Felten disse…
A sacola mais recheada parece ser aquela ali da Livraria Carismática...
Cassionei Petry disse…
Livraria Carismática?
charlles campos disse…
Parece que vi um livro do Agusto Cury ali na sacola do canto, ao lado do cd escrito Zezé de Camargo.
Cassionei Petry disse…
Deves ter visão de raio X, pois eu tenho mesmo um livro do Augusto Cury, que ganhei da escola onde trabalhava pelo dia dos professores. Eles gastaram um monte comprando as porcarias do cara para todos os prof. Quanto ao CD que está ao lado, te enganou com o Zé, pois é do Zé Ramalho. Rsrs.

Mensagens populares deste blogue

No Traçando Livros de hoje, Milan Kundera e A arte do romance

Notas sobre os ensaios de Milan Kundera
1 Se alguns veem o romance como mero entretenimento, apenas mais uma forma de contar uma história, quando penso em literatura, penso no romance como forma de arte em primeiro lugar. O escritor, nesse caso, elabora as palavras em busca do efeito estético. Além disso, o autor também pode refletir sobre sua criação e a dos outros, formando assim, sua poética. É o que faz Milan Kundera em seu A arte do romance, de 1986, livro de ensaios relançado este ano pela Companhia das Letras numa bela edição de capa dura, seguindo a linha de outros relançamentos do autor de A insustentável leveza do ser. 2 Como a maioria das outras obras do escritor checo, esta também é dividida em sete partes, contendo um ensaio cada. Kundera fala sobre este número em entrevista para a Paris Review, dividida no livro em dois ensaios: “não é de minha parte nem coquetismo supersticioso com um número mágico, nem cálculo racional, mas imperativo profundo, inconsciente, incompreensíve…

Uma resenha que não aconteceu

Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
Ora, a “crítica” (coloco entre …