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"Os óculos de Paula" na Retrospectiva do jornal Gazeta do Sul

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Já fui professor de Sociologia também

Mais um comentário de um leitor sobre "Os óculos de Paula"

Comentário de mais um grande leitor, Felipe Kopp:


Um passado em fragmentos

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Dirigido por Alain Resnais, Je t'aime, je t'aime, (Eu te amo, eu te amo) lançado em 1968, é um filme curiosíssimo e para poucos apreciadores. Não por acaso foi um fracasso de público. Só por isso já me interessei pelo filme. Se a maioria não gosta é porque pode haver algo de bom (nem sempre, claro). A crítica também não aprovou muito, mais um fator para assisti-lo. O que me levou a buscá-lo, porém, foi a temática do tempo e sua fragmentação.
Um escritor (ou revisor?), Claude Ridder, depois de uma tentativa frustrada de suicídio (ok, ok, isso me atraiu também), é convidado por um grupo de cientistas para participar de um experimento de viagem no tempo, antes só realizado com ratos. Prontamente aceita o convite, mesmo sabendo dos riscos, afinal sua vida já não fazia muito sentido. É colocado numa bolha estranha, que lembra o quadro “Criança geopolítica observando o nascimento do homem novo”, de Salvador Dalí, porém o experimento apresenta falhas, pois em vez de reviver um momento…

Escrevo para este tipo de leitor

Comentário de Vivian Podlasinski sobre "Os óculos de Paula" postado nas caixas de comentários aqui do blog:

"Adorei, adorei, adorei! Tô falando do livro, claro! Recheado de intertexto (o que eu, particularmente, valorizo muito, já que instiga o leitor a procurar a obra de origem), metaficção, metaliteratura, autoficção (bastante, confessa...) e cara, um final que, por mais que eu esperasse ser surpreendente, não imaginava que seria capaz de me fazer desconstruir e reconstruir tudo o que eu (achava que) tinha entendido. Parabéns Cassionei pela obra bem estruturada, que prende o leitor do início ao fim. E fico feliz que continues a fazer literatura. Ainda que para poucos, tens muito a dizer. Citando HG: "Se nada faz sentido há muito o que fazer". A propósito: daqui a algum tempo vou reler Os óculos de Paula, para abrir novas possibilidades de interpretação. Grande abraço!"

Que tal um pacto com o Capiroto?

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Na minha coluna no jornal Gazeta do Sul de hoje, Traçando livros, texto já publicado por aqui, porém revisto:


Nove perguntas que o blog "Eterna Cadencia" não fez para mim

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