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Sopa de letras na Feira


O Mauro Ulrich me citou na sua coluna Sopa de letras, cobrindo a Feira do Livro de Santa Cruz. Escreve ele:

"Numa primeira investida o Sopa foi às compras antes mesmo da feira ser oficialmente aberta. É preciso lucrar uma dianteira de figuras como o Romar, o Rudinei Kopp, o Luís Fernando e o Cassionei Petry, verdadeiros tsunamis a devastar barracas cheias de livros indefesos".

Até não comprei muita coisa, só uns 10 exemplares. Confesso que me decepcionou um pouco a falta da livraria Calle Corrientes, pois reservei uns pilas para comprar livros em espanhol, principalmente os Papeles inesperados, do Julio Cortázar. Além disso, os balaios não estavam muito convidativos e há muito mais opções de livros infantis, religiosos e os best-sellers. Boa literatura, proporcionalmente muito pouco. O que salvam realmente são os livros de bolso. Além dos pocktes da L&PM, já citados pelo Sopa, pode-se achar a preços mais acessíveis livros como Um general em seu labirinto, de Italo Calvino, editado pela Cia. de Bolso, selo da Cia. das Letras; O estrangeiro, de Alberto Camus, pela BestBolso, selo da editora Record; e Sargento Getúlio, do patrono da Feira, João Ubaldo Ribeiro, pela Ponto de Leitura, da Objetiva.

Comentários

Mirella disse…
"Até não comprei muita coisa, só uns 10 exemplares." HAHA Só uns dez exemplares... Quando passo na feira, fico um BOM³ tempo. Não só olhando, como indecisa em qual escolher, já que a verba não permite tanto assim.

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