Avançar para o conteúdo principal

Algumas reflexões surgidas no painel citado no post anterior

Às vezes me considero um gênio incompreendido. Outras vezes me considero um fracasso. Não sou nenhum nem outro.

O prazo para escrever nunca foi empecilho, pelo contrário, pois só funciono quando o tempo aperta.

Escrevemos sobre o que nos angustia. Por isso tenho muitas personagens que são escritores.

Sempre terei um público pequeno para me ler/ouvir. Pequeno em quantidade, mas grande em qualidade.

Você pode, se souber fazer bem, subverter as regras da ABNT na monografia ou na dissertação.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Uma resenha que não aconteceu

Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
Ora, a “crítica” (coloco entre …

"Cacos e outros pedaços" no Caderno de Sábado do Correio do Povo

O lançamento do meu livro na semana passada teve divulgação no Caderno de Sábado do jornal Correio do Povo, de Porto Alegre.