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Anotações no meu Moleskine (VII)


13/02/11
Lendo o prólogo de Vargas Llosa para a edição da Alfaguara para os Contos Completos de Julio Cortázar, me deparo com uma declaração do Nobel sobre o cronópio:

“Durante los años sesenta, y, en especial, los siete que viví em París, fue uno de mis mejores amigos, y, también, algo así como mi modelo y mi mentor. A él di a leer en manuscrito mi primera novela y esperé su veredicto con la ilusión de un catecúmeno. Y cuando recibí su carta, generosa, con aprobación y consejos, me sentí feliz. Creo que por mucho tiempo me acostumbré a escribir presuponiendo su vigilancia, sus ojos alentadores o críticos encima de mi hombro.”

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