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"Tenho convicção de que não ler não é um direito que uma pessoa tenha; uma pessoa, em sociedade, não pode ter o direito de ser burra, de não buscar conhecimento, porque de algum modo ela está se transformando num peso para outros. Quando alguém opta por não aprender, opta por ser incapaz de auxiliar mais e melhor os outros."

Este é um trecho do texto de abertura do blog Leituras do Mundo, do meu amigo Romar Beling. Conheço-o há um bocado de tempo, mas há pouco que começamos a trocar ideias sobre leituras, ora tomando um café na Iluminuras (ele é o Mauro Ulrich estão fazendo apelo para que eu volte a beber) ou comendo um churrasco no Centenário. Quase uma lenda no meio literário santa-cruzense por ter na gaveta alguns livros de poemas e até agora não tê-los publicado, finalmente pôs no ar hoje o seu blog e ainda promete para esse ano seu primeiro livro. Quem acompanha suas colaborações para a Gazeta do Sul sabe que é um profundo conhecedor de literatura que vale a pena ser lido.

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Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
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