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É o que penso sobre o conto também

“A ‘velocidade’, ao contrário do que se acredita por aí, não é ‘superficialidade’. Não é mesmo. Velocidade é precisão. E é sutileza. Mas, acima de tudo, é retirar metade da história do papel impresso e colocá-la na cabeça do leitor.” (Samanta Schweblin, escritora argentina, no Sabático do Estadão de hoje.)

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Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
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