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Ensaio sobre o suicídio na literatura

"O príncipe negro", de Paul Klee

Está saindo a revista Signo, do PPGL e do Dep. de Letras da Unisc, toda dedicada ao Colóquio promovido pelo Mestrado em Letras no ano passado. Este escriba contribuiu com um ensaio sobre o sucídio na literatura. Quem quiser dar uma lida, eis o link: http://online.unisc.br/seer/index.php/signo/article/view/2326/2002.
Minha primeira publicação acadêmica. Estou ao lado de gente como Lucia Santaella e Gustavo Bernardo. Quando sair a revista impressa, aviso aos interessados.

Comentários

Carlinus disse…
Parabéns, Cassioney!

Baixei o arquivo. Quero ler mais tarde! O tema pareceu apetitoso.
charlles campos disse…
"Esse assunto me
persegue há anos, desde que um numerólogo, em uma palestra na escola de
ensino médio onde estudava, me disse que eu fora um suicida em uma de minhas
vidas passadas."

Palavras de um ateu ?!

Mas gostei da primeira frase. Revela mestria.
Cassionei Petry disse…
Pô, Charlles, leu só a primeira frase? hehe
Obrigado e abraço.
Carlinus disse…
Texto delicioso, instigante e que nos leva à sensação de trabalho inacabado. Trata-se de um colóquio inicial? Vais continuar a discorrer sobre o assunto?

O estilo é leve. Possui relevância, já que abriga o relato da vinculação do tema com a experiência de incitamento pessoal.

Mantenha-nos informados caso haja um desdobramento do trabalho.
Cassionei Petry disse…
Obrigado pelas palavras, Carlinus.
Pois é, o texto foi um trabalho para uma das disciplinas do mestrado em Letras. É um ensaio, nos dois sentidos da palavra, pois vem mais por aí sobre o tema. Para a dissertação de mestrado, estou escrevendo um romance e notas sobre a criação literária. A discussão sobre o suicídio aparecerá nesse trabalho.
Nos meus dois próximos "Traçando Livros", talvez eu escreva sobre dois romances que tratam do tema.
Abraço.
charlles campos disse…
Li tudo, mas assim que li essa frase não me contive.
Anónimo disse…
Me diga uma coisa, Cassionei: este disco novo do Rush é razoável? Porque os últimos discos são pra lá de ruinzinhos.

Abraço,
Rodrigo
Cassionei Petry disse…
Rodrigo?

Eu gosto de tudo que o Rush faz. Sou um fã cego. Mas esse retoma um pouco a questão de um disco conceitual, conta uma história, no caso de ficção científica da vertente steampunk. É o que me atrai no trabalho deles: as letras.
charlles campos disse…
De tempos em tempos temos essas disparidades conceituais que são excessos inúteis de razão: o sifilítico Nietzsche pregando sobre castidade, e o ateu Dawkins falando sobre magia.

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