Avançar para o conteúdo principal

Manga

Vocês sabem que o assunto aqui no blog não é futebol, apesar de ele ocupar boa parte dos meus pensamentos diários, mesmo eu fazendo força para o contrário. Mas o blog tem espaço para a arte e o futebol às vezes nos presenteia com uma obra, como o gol do Nilmar no ano passado.

Hoje, queria compartilhar a emoção que senti ao saber que o Inter contratou o goleiro (me recuso a chamá-lo de ex) Manga, o Manguita Fenômeno, para trabalhar no clube. Não o vi jogar, pois ainda não era nascido quando ele brilhou no Colorado, mas tenho entre minhas relíquias um quadro do Inter quando foi bi-campeão brasileiro em 76. Quando era piá eu queria ser goleiro, e via naquele camisa 1 de cara furada um ídolo (talvez por isso eu perdoava os erros do Clemer, pois ele sempre me lembrou o Manga), junto com Tafarel. Por que contratá-lo? Creio que o Milton Ribeiro responde melhor do que eu.

Segue um vídeo mostrando uma das obras de arte desse grande goleiro.

Comentários

Milton Ribeiro disse…
Obrigado, ter visto Manga em campo é uma dos poucos pirvilégios de ser velho.

Abraço.
Cassionei Petry disse…
Obrigado pela honrosa visita. Abraço. Milton.

Mensagens populares deste blogue

Uma resenha que não aconteceu

Terminei a leitura de Os invernos da ilha, de Rodrigo Duarte Garcia (Record, 462 páginas), já pensando em escrever uma resenha crítica, apontando alguns pontos positivos e outros negativos do romance. Antes de pôr a mão na massa, porém, entrei nas redes sociais e fiquei sabendo que a coluna do Raphael Montes, em O Globo, apontava a obra do Rodrigo como popular, para se divertir, e então desanimei.
Acontece que há um equívoco tremendo por parte de alguns autores e leitores de literatura de entretenimento quando afirmam que literatura policial, de mistério ou de aventura (em que se encaixaria Os invernos da ilha) são desprezados pela crítica. Este é o tom do texto de Raphael Montes. Ele e tantos outros se equivocam ao dizer que Rubem Fonseca, escritor já canonizado e que é objeto de estudos até em livros didáticos, não tem o reconhecimento que merece porque é taxado por fazer literatura menor. Ledo engano ou uma tentativa forçada de se colocar como vítima.
Ora, a “crítica” (coloco entre …

"Cacos e outros pedaços" no Caderno de Sábado do Correio do Povo

O lançamento do meu livro na semana passada teve divulgação no Caderno de Sábado do jornal Correio do Povo, de Porto Alegre.